Li um artigo da Lya Luft sobre o papel do pai, e dizia: ” Nunca, neste mundo tumultuado, perigoso e tão fascinante, o pai foi tão importante. Não importa se é pai separado, pai solteiro, pai sem grana, pai sem graça ou pai que a mãe procura diminuir”.
Esta artigo fez me pensar nos meus debates com as minhas amigas sobre a reprodução independente, coisa que não acredito de todo. Um filho deverá sempre ser um projecto conjunto, deverá nascer de um amor, de uma paixão, mas não sendo possivel por ai, de uma relação madura entre duas pessoas que assumam essa criança independentemente da relação que possam ou não vir a ter.
Ter um filho sozinha traduz um acto egoista de uma mulher, que na busca da sua necessidade de ser mãe priva a partida aquela criança de um pai, ou pior, um atentado a liberdade de um homem que pode não querer ser pai. O papel do pai é tão importante como o da mãe e que me desculpem as mulheres que acreditam que assim não o é.
Todo o pai deve se orgulhar e se comover por ter esse papel.


