MarinaLua

2009/08/28

SuperBrands

Arquivado em: Partilha — marinalua @ 19:36

Bus Consulting leva Superbrands para Angola

superbrands-angola.jpg

A Bus Consulting é a empresa parceira na entrada da Superbrands em Angola, sendo responsável pela metodologia de avaliação das marcas e do mercado. “A Bus já tem operação montada em Angola pelo que decidimos avançar nesse mercado com a Superbrands”, explicou ao M&P Pedro Diogo Vaz, CEO da Bus Consulting.O processo já está a decorrer naquele país tendo sido já constituído o conselho Superbrands Angola. Tratam-se de profissionais presentes em Angola envolvidos com marcas e com branding: directores de marketing de empresas de referência, responsáveis de agências e parceiros de media. Fazem parte do conselho Cristina Almeida (Refriango), Hélder Bárber (Televisão Pública de Angola), Hermínio Santos (ESCOM), João Rosa Santos (Sonangol), José Eduardo Paulino dos Santos (Semba Comunicação), José Guerreiro (Associação Angolana de Marketing), José Leitão (Grupo Gema), Nuno Fernandes (Executive Center), Patrick Heraibi (Castel Beer), Marta Fezas Vital (Bus Consulting), Sebastião Panzo (Grupo Endiama), Tatiana Mourinha (Unitel) e Telma Gomes (Banco Privado Atlântico).

Foram analisadas mais de 500 marcas, tendo sido posteriormente seleccionadas as marcas de excelência pelo Conselho Superbrands. As marcas serão analisadas e distinguidas com base nos critérios de familiaridade, relevância, satisfação, lealdade e comprometimento. “Já foi feito o levantamento das marcas e o livro da primeira edição deverá ter entre 40 e 50 marcas”, revelou Pedro Diogo Vaz. Entre essas marcas há algumas de raiz angolana e outras internacionais, entre as quais estão algumas portuguesas.

Entre os parceiros de media da Superbrands está o Jornal Expansão e a Televisão Pública de Angola. O evento de lançamento do livro das Superbrands Angola deverá realizar-se no princípio do mês de Dezembro, disse Pedro Diogo Vaz.

A Superbrands é uma organização internacional, independente que se dedica à promoção de marcas de excelência em 88 países. Com a entrada em Angola passam a ser 89 os países em que esta organização está presente.

2009/08/24

Um momento

Arquivado em: Partilha — marinalua @ 20:03

…Podemos sempre definir um momento como aquilo que quisermos, um olhar, um beijo, uma noite, um almoço, uma tarde bem passada com amigas foi o meu momento este domingo. Sentadas a beira mar a divagar sobre a vida e os seus assuntos tão engraçados e ao mesmo tempo tão complicados. Mas ficou a sintonia, a boa vibe e a partilha.

Todas tão diferentes, vidas tão diferentes, percursos todos tão distintos. Sai de lá com algum conforto, com uma sensação de bem estar, com a certeza que valeu a pena para todas. Se eu pensar que a alegria é capaz de ser a coisa mais séria da vida, penso que afinal estou alegre e sou feliz…este é para mim um momento.

Obrigado lindas!!!

“Frase da Semana”

Arquivado em: Blá blá blá... — marinalua @ 19:14

Communication. It’s the first thing we really learn in life. Funny thing is, once we grow up, learn our words and really start talking the harder it becomes to know what to say. Or how to ask for what we really need.

“O Regresso ao Passado”

Arquivado em: Artigos — marinalua @ 18:41

Devemos ou não remexer nos sentimentos do passado? Deixamos as imagens e ilusões do passado no passado ou tentamos traze-las para o presente e corremos o risco de ter uma tremenda frustração?

O passado veste uma ambiguidade interessante, porque se por um lado não podemos ficar parados no passado por outro lado somos muito daquilo que fomos vivenciando ao longo do nosso percurso de crescimento. Todas as experiências vividas despertam uma luz intensa que nos impede de não viver o passado, nem que seja feito na memória apenas, desses longos anos que foram passando.

Nesse percurso que fazemos misturamos verdades eternas e mentiras lapidares. Remexer no passado pode ser um veneno, capaz de corroer tudo o que está a volta, capaz de minar as emoções, abalar os corações e trazer desequilíbrio e instabilidade. Mas pode também por vezes trazer a harmonia que se procura, a fórmula perdida da arrumação das gavetas, o mapa que nos ajuda a por cada emoção, cada sentimento na gaveta certa.

Tudo gira então, a volta da maneira como vamos arrumando as nossas emoções e como queremos despertar para novas emoções. A vida em si não se esgota e nem se fecha, ela vai se transformando e dando nos a possibilidade de ir acertando, e em muitos momentos acertar leva nos mais atrás, a tentar perceber, a tentar fechar aquela porta que insiste em ficar entreaberta, a olhar para nós em tom de ameaça constante.

O passado só deve ser passado quando bem arrumado, quando ao caminharmos nos lembramos dele com um sorriso nos lábios, de orgulho porque vencemos uma batalha, de carinho porque guardamos um momento, de paz connosco porque perdoamos e conseguimos avançar. Assim, voltar ao passado deve ser aquele exercício que fazemos com a memoria quando estamos sozinhos ou quando contamos a alguém um pouco da nossa historia.

Se assim não for, será passado? Podemos na realidade dizer que é passado quando para vermos ou sentirmos as emoções, não olharmos para trás mas sim para o lado? O que é o passado, o que passou porque contamos o tempo ou o que passou porque arrumamos as emoções e sentimentos?

2009/08/19

Os dias II

Arquivado em: Intimidades — marinalua @ 19:46

Os dias…

Acordo, lavo os dentes, faço ginástica, tomo banho, vou trabalhar, tomo o pequeno-almoço, que ritual, que rotina. Socorro, grito para dentro da minha cabeça, quem sabe o neurónio da criatividade não se agita e não convida todos os outros para uma grande festa produzindo algo que me de alento e me conforte mais os dias. Uma ideia, um projecto, algo que me consuma ao ponto de não conseguir contar o tempo. Mas a verdade é que sinto o dia a passar, já é fim do dia e estou sentada na minha secretaria no local onde normalmente chamo TRABALHO, como se tivesse mais alguma secretária.

Pronto já percebi, a criação é um acto do inconsciente, do irracional. Essa ideia ou esse projecto, há-de acontecer num momento muito especial, onde eu quase não vou existir. Sabia, que quase sempre era uma atitude não comandada. Até lá, tenho mesmo que viver os dias exactamente como eles se propõem. Viver os dias tem tanto de conforto como de tortura, consegue ser doloroso para mim cumprir esse ritual diário em alguns momentos e por incrível que possa parecer, consigo sentir uma liberdade e um conforto na maior parte do tempo.

Penso que os dias são peças com uma força que me atrai, porque há sempre uma incógnita e uma certeza incerta neles. Nada é gratuito e os dias cumprem a sua função. Viver os dias é como estar marcado, é talvez a particularidade mais real que partilhamos todos. E podemos engolir o veneno dos dias, quando nos resignamos, quando nos deixamos ir no que podia ter sido ou no que vai ser. Mas dentro da sala dos meus neurónios extrai, de alguma forma, a substancia mais forte que hoje rege a minha vida.

Viver os dias o melhor que consigo é a minha doença, mas é simultaneamente, a minha vitalidade. Viver os dias é muitas vezes a minha miséria e o meu maior capital. Não posso viver sem os dias, embora me seja muitas vezes difícil suporta-los.

2009/08/18

Revolutionary Road

Arquivado em: Partilha — marinalua @ 17:51

Gostei do filme. Levanta para mim questões essenciais para a vida e para os casais. Questiona a felicidade, o vazio que ao longo dos dias e da rotina se torna presente entre ambos, o desejo de sonhar mais alto, de chegar mais alto…

[Revolutionary+Road.JPG]

2009/08/17

Frase da semana

Arquivado em: Partilha — marinalua @ 21:28

“Never give up, never, never give up.”
                                     Winston Churchill

Amores de Verão

Arquivado em: Artigos — marinalua @ 20:13

Em Angola, mais propriamente Luanda, o verão é quase sempre uma constante. Temos durante 3 meses um tempo deprimido em que o sol se esconde para descansar e carregar energias para os restantes 9 meses, carregados de luz, cor e animação ao qual é impossível ficar indiferente. Aqui falar de amores de verão seria falar de quase o ano todo, seria cortar a onda do que se considera um amor de verão e banalizar o termo esticado ao tempo elevado em que o verão esta presente, com o sol e a praia e todos os condimentos que se consideram afrodisíacos a este tipo de situações.

Os amores de verão não acontecem apenas porque é verão, acontecem também porque estamos mais disponíveis, porque estamos de férias e mais abertos a conhecer novas pessoas e a viver novos amores. Nestas alturas as fantasias escondidas são despertadas e as inibições desaparecem, conhecemos pessoas ao acaso e de uma atracção mútua num cruzar de olhares até ao amor físico pode ser apenas um instante. Vivemos estes amores com uma intensidade vulcânica, estamos menos stressados e sem horários e assim instala se uma atmosfera de aventura e desejo.

O que faz o sucesso destes amores?? São vividos com uma verdade atroz, sem expectativas e sem cobranças, sem medos e sem rancores, não há tempo para isso. Vive se cada momento de corpo inteiro e por inteiro e é aqui reside o segredo. Os amores de verão são eternos no seu tempo de vida e permanecem muitas vezes para sempre na memória de quem os vive. Não se vive as dores, a rotina, não se chega ao desamor, as cobranças, não se pensa e não se constrói, sente e pronto. É se assim podermos dizer é a promessa de algo que nunca chega a concretizar se, ou apenas a paixão momentânea do querer.

Quem nunca teve um amor de verão?? Quem nunca por breves momentos viveu uma paixão intensa que andava num quadrado fechado sem pernas para andar ou asas para voar fora dele, mas que dentro dele teve toda a eternidade do momento?? Quem não suspira na memória de um amor, que deixou a saudade saudável e a leveza de um momento vivido sem pressão, sem cobranças, sem mágoas?? Quem nunca viveu um amor leve, comprometido com o sentimento e não com as regras e convenções das sociedades??

Num amor de verão tudo é interessante, tudo é diferente e tudo é inédito. Os dias são feitos de emoção e as noites são regadas de bebidas cheias de cores com o céu estrelado. Nestes amores não há espaço para pensar em nada, aprende se novas línguas, pensasse o nunca sequer se imaginou e faz se aquilo que nem se pode dizer. Este amor é cego, surdo e mudo. Não temos nem tempo de abrir os olhos, não nos concentramos nas palavras mais doces e não precisamos de dizer adeus. Estes amores sabem sempre a hora de ir embora.

TEMOS AMORES NECESSÁRIOS E AMORES CONTINGENTES AO LONGO DA VIDA.” ( Simone de Beauvoir )

2009/08/13

Acordei assim…

Arquivado em: Partilha — marinalua @ 11:04

…Estou na lenta caminhada que me vai levar aquela normalização insuportável com nenhuma euforia sem magia sem dor e sem prazer, estou na morte progressiva das esperanças, no desmoronar dos sonhos, em que a sensação de aperto no peito vai diminuindo mas não a velocidade necessária para poder voltar ao estado de estar apenas em mim e com a obrigatoriedade inerente de viver esta realidade diária…

Texto Não

Arquivado em: Da alma — marinalua @ 9:25

Hoje não sai…

O texto corrido…as frases compostas…

Hoje, sinto as palavras tão soltas que não consigo pega-las e cola-las neste pedaço de texto…

Porque não sou texto… sou poema…sou poesia

Não escrevo com sentido ou com lógica…

Escrevo com alma…com coração…e por isso nem eu me percebo…

Quem percebe alma???

Sei que a alma é gémea do corpo…

Porque não vivem isolados…alma sem corpo…corpo sem alma…

Entendem-se por códigos…não, não é por palavras…

Enganam-nos com gestos…com expressões…

Escondem-se nas emoções…adormecem nos nossos sonhos…

Dominam os pensamentos…

Por vezes discordam…mas no fim…

Estão sempre de mãos dadas…

O corpo e a alma…

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